por prof. Dr. Antônio Lopes de Sá
“A colaboração que o Contador pode dar à empresa vai muito além dos limites que a maioria dos empresários requer.
Preocupados com os rigores das exigências fiscais, cada vez mais complexas, ao profissional da área contábil tem ficado pouco tempo, também, para fazer ver aos clientes quantos recursos podem ser oferecidos pela tecnologia.
Erros administrativos, pois, podem ser acumulados em razão da falta de indagação analítica sobre os acontecimentos do dia a dia.
A tendência de deixar-se absorver pela burocracia veda a visão às vezes sobre as coisas mais importantes, sobre detalhes da vida dos empreendimentos; a falta de ‘parar para pensar’, de ‘dialogar’, pode custar muito caro, e, deveras custa.
Assim, por exemplo, o simples pesquisar até que ponto uma variedade de produtos a venda é proveitosa para uma empresa pode provocar menores lucros e até prejuízos.
Portanto, indagar sobre a conveniência de concentrar a produção em um só artigo ou manter diversos deles é fato vital nas indústrias; o mesmo ocorre no comércio com a variedade de mercadorias, e, também, nas prestações de serviços.
O profissional da Contabilidade, em função de consultoria, pode realizar indagações analíticas que oferecem conclusões sobre os ‘critérios de conveniência’.
Não importa o tamanho que a empresa possa ter; a maioria, sabemos, é de pequena e média dimensão (99,99% do universo dos empreendimentos), mas, mesmo assim, o problema continua sendo o mesmo, necessitando de atenção.
Diversificar ou não, manter a diversificação ou não, são questões do dia a dia que um contador pode estudar para a orientação clientes.
A importância da análise de custos destaca-se, pois, como algo de relevância na vida dos negócios.
Em geral, quando se fala em custos a primeira idéia que surge é a de ‘complicação’; hoje, todavia, os sistemas estão de tal forma beneficiados pelas conquistas da Informática que a questão pode ser resolvida com simplicidade.
A fim de mostrar o quanto é singelo o tema escrevi uma obra sobre Custos que a editora Juruá tem no prelo; a questão é só a de adotar um bom método, adequado ao que a empresa necessita, em vez de se meter em complexos enlatados comerciais que geralmente importados não servem para o caso brasileiro.
Em geral as formações universitárias enfocam prioritariamente grandes organizações como ‘modelos’, quando, em realidade, dever-se-iam preocupar prioritariamente com o que representa a quase totalidade do universo de trabalho e que é constituído de menores organizações.
Não se trata de sugerir a exclusão do estudo das empresas maiores, mas, sim de atribuir preferência ao que possui grande expressão social e que na prática representa a maior fatia do mercado de trabalho.
Como professor sempre me preocupou criar em meus discípulos uma consciência ética de socorro aos menores, em nível de igualdade ao que se daria aos grandes empreendimentos, pois, não se deve discriminar em matéria de assistência profissional.
O fato de alguns empresários entenderem que a escrita contábil só tem a finalidade de cumprir formalidades fiscais impede aos mesmos de tirar um grande proveito do valor que representa a análise das informações, mas isso não deve representar um obstáculo e sim um estimulo para o contador, no sentido de esclarecer e ajudar.
É natural que um comerciante possa desconhecer tal utilidade, mas, não o é que o profissional deixe de prestar orientação, mesmo quando essa não venha a ser requerida.
Compete ao contador a iniciativa de mostrar o valor de uma análise de situação, a importância dos levantamentos e estudo dos custos, a dos controles internos mesmo singelos, de manejo financeiro de menor risco.
Um homem de negócios quase sempre entende bem do ramo que tem como atividade, mas, nem sempre de como se administra de forma eficiente; saber comprar, vender e fabricar não basta.
Conheci empresários que sendo bons entendedores das técnicas comerciais e industriais fracassaram, todavia, em seus empreendimentos; também lidei com os que valorizaram as orientações técnicas contábeis e administrativas e tiveram grande sucesso; não foram poucas as empresas pequenas que pela consultoria que lhes ofereci transformaram-se em médias e até em grandes.
O que diferencia o conhecimento empírico daquele científico é a qualidade do mesmo em face da racionalidade.
A percepção subjetiva que cada um, pela experiência vai adquirindo, termina por formar juízos próprios de cada pessoa, mas, nem sempre esses são válidos em todas as partes e sob quaisquer circunstâncias.
Muitos empresários podem dar-nos lições de suas vidas e experiências, mas, poucos entendem o porquê realmente as coisas acontecem em relação ao comportamento da riqueza.
Por isto é habitual encontrarmos máximas errôneas, que aceitas como certas podem até ter aparência de eficácia, mas, na realidade representando apenas uma parcela do que de um total de sucesso poderia ser conseguido.
A orientação contábil pode e enseja corrigir erros administrativos; como ciência que é a Contabilidade não se confunde com a informação que muitos acham ser o seu limite; por mais sofisticado que seja um sistema informativo ele será sempre ineficaz se não for utilizado como instrumento de orientação racional, tenha a empresa que dimensão tiver.Antônio Lopes de Sá
A colaboração que o Contador pode dar à empresa vai muito além dos limites que a maioria dos empresários requer.
Preocupados com os rigores das exigências fiscais, cada vez mais complexas, ao profissional da área contábil tem ficado pouco tempo, também, para fazer ver aos clientes quantos recursos podem ser oferecidos pela tecnologia.
Erros administrativos, pois, podem ser acumulados em razão da falta de indagação analítica sobre os acontecimentos do dia a dia.
A tendência de deixar-se absorver pela burocracia veda a visão às vezes sobre as coisas mais importantes, sobre detalhes da vida dos empreendimentos; a falta de ‘parar para pensar’, de ‘dialogar’, pode custar muito caro, e, deveras custa.
Assim, por exemplo, o simples pesquisar até que ponto uma variedade de produtos a venda é proveitosa para uma empresa pode provocar menores lucros e até prejuízos.
Portanto, indagar sobre a conveniência de concentrar a produção em um só artigo ou manter diversos deles é fato vital nas indústrias; o mesmo ocorre no comércio com a variedade de mercadorias, e, também, nas prestações de serviços.
O profissional da Contabilidade, em função de consultoria, pode realizar indagações analíticas que oferecem conclusões sobre os ‘critérios de conveniência’.
Não importa o tamanho que a empresa possa ter; a maioria, sabemos, é de pequena e média dimensão (99,99% do universo dos empreendimentos), mas, mesmo assim, o problema continua sendo o mesmo, necessitando de atenção.
Diversificar ou não, manter a diversificação ou não, são questões do dia a dia que um contador pode estudar para a orientação clientes.
A importância da análise de custos destaca-se, pois, como algo de relevância na vida dos negócios.
Em geral, quando se fala em custos a primeira idéia que surge é a de ‘complicação’; hoje, todavia, os sistemas estão de tal forma beneficiados pelas conquistas da Informática que a questão pode ser resolvida com simplicidade.
A fim de mostrar o quanto é singelo o tema escrevi uma obra sobre Custos que a editora Juruá tem no prelo; a questão é só a de adotar um bom método, adequado ao que a empresa necessita, em vez de se meter em complexos enlatados comerciais que geralmente importados não servem para o caso brasileiro.
Em geral as formações universitárias enfocam prioritariamente grandes organizações como ‘modelos’, quando, em realidade, dever-se-iam preocupar prioritariamente com o que representa a quase totalidade do universo de trabalho e que é constituído de menores organizações.
Não se trata de sugerir a exclusão do estudo das empresas maiores, mas, sim de atribuir preferência ao que possui grande expressão social e que na prática representa a maior fatia do mercado de trabalho.
Como professor sempre me preocupou criar em meus discípulos uma consciência ética de socorro aos menores, em nível de igualdade ao que se daria aos grandes empreendimentos, pois, não se deve discriminar em matéria de assistência profissional.
O fato de alguns empresários entenderem que a escrita contábil só tem a finalidade de cumprir formalidades fiscais impede aos mesmos de tirar um grande proveito do valor que representa a análise das informações, mas isso não deve representar um obstáculo e sim um estimulo para o contador, no sentido de esclarecer e ajudar.
É natural que um comerciante possa desconhecer tal utilidade, mas, não o é que o profissional deixe de prestar orientação, mesmo quando essa não venha a ser requerida.
Compete ao contador a iniciativa de mostrar o valor de uma análise de situação, a importância dos levantamentos e estudo dos custos, a dos controles internos mesmo singelos, de manejo financeiro de menor risco.
Um homem de negócios quase sempre entende bem do ramo que tem como atividade, mas, nem sempre de como se administra de forma eficiente; saber comprar, vender e fabricar não basta.
Conheci empresários que sendo bons entendedores das técnicas comerciais e industriais fracassaram, todavia, em seus empreendimentos; também lidei com os que valorizaram as orientações técnicas contábeis e administrativas e tiveram grande sucesso; não foram poucas as empresas pequenas que pela consultoria que lhes ofereci transformaram-se em médias e até em grandes.
O que diferencia o conhecimento empírico daquele científico é a qualidade do mesmo em face da racionalidade.
A percepção subjetiva que cada um, pela experiência vai adquirindo, termina por formar juízos próprios de cada pessoa, mas, nem sempre esses são válidos em todas as partes e sob quaisquer circunstâncias.
Muitos empresários podem dar-nos lições de suas vidas e experiências, mas, poucos entendem o porquê realmente as coisas acontecem em relação ao comportamento da riqueza.
Por isto é habitual encontrarmos máximas errôneas, que aceitas como certas podem até ter aparência de eficácia, mas, na realidade representando apenas uma parcela do que de um total de sucesso poderia ser conseguido.
A orientação contábil pode e enseja corrigir erros administrativos; como ciência que é a Contabilidade não se confunde com a informação que muitos acham ser o seu limite; por mais sofisticado que seja um sistema informativo ele será sempre ineficaz se não for utilizado como instrumento de orientação racional, tenha a empresa que dimensão tiver.”
Fonte: Blog do José Adriano
Programa de Estágio IOB 2010
Jovens Talentos IOB é um programa para a preparação de novos profissionais, tendo como meta a capacitação e o desenvolvimento de carreira dos estagiários, preparando-os para responder aos desafios atuais e futuros da empresa.
Saiba mais sobre o programa aqui.
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Novas Normas de Auditoria representam um desafio para o setor
A uniformização das Normas de Auditoria é um processo de fundamental importância tanto para os profissionais quanto para as empresas, uma vez que as constantes transformações no cenário econômico exigem a padronização das regras e procedimentos da profissão. Em entrevista ao CRC SP Online, a presidente do Ibracon (Instituto dos Auditores Independentes do Brasil), Ana María Elorrieta, explicou que as mudanças ocorridas impactarão diretamente no trabalho dos Auditores.
O que o Ibracon tem feito para disseminar as novas Normas de Auditoria entre os profissionais do setor?
Nosso objetivo é dar suporte ao processo de atualização dos Auditores Independentes do Brasil, considerando as novas Normas de Auditoria convergidas às Normas Internacionais de Auditoria emitidas pelo Ifac (International Federation of Accountants - Federação Internacional de Contadores). Desta forma, o profissional de Auditoria Independente deve conscientizar-se de que é necessário entender e implementar as mudanças ocorridas, que impactarão diretamente em seus trabalhos.
Como está o processo de adequação das Normas Internacionais de Auditoria emitidas pela Ifac?
O processo foi complementado com a emissão pelo CFC (Conselho Federal de Contabilidade) das novas normas profissionais e técnicas sobre o tema. Elas estão em vigor para a Auditoria de demonstrações financeiras que se iniciaram em 1º de janeiro de 2010. O que o Ifac, em parceria com o CFC, fez foi deixar claro que, embora em vigor, elas ainda não se aplicam para demonstrações financeiras que se encerram antes de 14 de dezembro de 2010, no exterior, e antes de 31 de dezembro de 2010, no Brasil.
De que maneira o Ibracon pretende disseminar e transmitir essas mudanças para os Auditores?
As frentes de divulgação são várias. Os seminários têm sido os eventos massivos mais relevantes, inclusive com suas réplicas em nível de regional. Por outro lado, temos o programa de treinamento que aproxima ainda mais os profissionais dos detalhes técnicos das mudanças. Fora isso, temos e continuaremos participando de diversos eventos por todo o Brasil, destacando este importante momento e a necessidade de que todos os profissionais sejam bem sucedidos neste desafio de implementação das novas Normas de Auditoria aplicáveis no Brasil.
Quais os principais impactos das novas Normas no trabalho do Auditor?
As novas Normas são mais completas e mais detalhadas. Esclarecem o objetivo do trabalho do Auditor e os requisitos para que esse objetivo seja atingido. Porém, teremos ainda diversas mudanças como, por exemplo, a necessidade de se implementar um sistema de controles de qualidade que dê suporte à prestação de serviços de Auditoria e asseguração, por um lado. Por outro, em nível de trabalhos individuais, a abordagem do risco de Auditoria, considerações específicas para a Auditoria de estimativas, especialmente do valor justo, novidades no relatório do Auditor Independente, para melhor esclarecer as responsabilidades da administração e do Auditor, entre outras.
O que ainda precisa ser feito para a adequação das Normas?
O processo já está completo. Elas já foram emitidas pelo CFC. Agora somente resta, treinar os Auditores e implementá-las na vida real.
Fonte: Blog do José Adriano
O que o Ibracon tem feito para disseminar as novas Normas de Auditoria entre os profissionais do setor?
Nosso objetivo é dar suporte ao processo de atualização dos Auditores Independentes do Brasil, considerando as novas Normas de Auditoria convergidas às Normas Internacionais de Auditoria emitidas pelo Ifac (International Federation of Accountants - Federação Internacional de Contadores). Desta forma, o profissional de Auditoria Independente deve conscientizar-se de que é necessário entender e implementar as mudanças ocorridas, que impactarão diretamente em seus trabalhos.
Como está o processo de adequação das Normas Internacionais de Auditoria emitidas pela Ifac?
O processo foi complementado com a emissão pelo CFC (Conselho Federal de Contabilidade) das novas normas profissionais e técnicas sobre o tema. Elas estão em vigor para a Auditoria de demonstrações financeiras que se iniciaram em 1º de janeiro de 2010. O que o Ifac, em parceria com o CFC, fez foi deixar claro que, embora em vigor, elas ainda não se aplicam para demonstrações financeiras que se encerram antes de 14 de dezembro de 2010, no exterior, e antes de 31 de dezembro de 2010, no Brasil.
De que maneira o Ibracon pretende disseminar e transmitir essas mudanças para os Auditores?
As frentes de divulgação são várias. Os seminários têm sido os eventos massivos mais relevantes, inclusive com suas réplicas em nível de regional. Por outro lado, temos o programa de treinamento que aproxima ainda mais os profissionais dos detalhes técnicos das mudanças. Fora isso, temos e continuaremos participando de diversos eventos por todo o Brasil, destacando este importante momento e a necessidade de que todos os profissionais sejam bem sucedidos neste desafio de implementação das novas Normas de Auditoria aplicáveis no Brasil.
Quais os principais impactos das novas Normas no trabalho do Auditor?
As novas Normas são mais completas e mais detalhadas. Esclarecem o objetivo do trabalho do Auditor e os requisitos para que esse objetivo seja atingido. Porém, teremos ainda diversas mudanças como, por exemplo, a necessidade de se implementar um sistema de controles de qualidade que dê suporte à prestação de serviços de Auditoria e asseguração, por um lado. Por outro, em nível de trabalhos individuais, a abordagem do risco de Auditoria, considerações específicas para a Auditoria de estimativas, especialmente do valor justo, novidades no relatório do Auditor Independente, para melhor esclarecer as responsabilidades da administração e do Auditor, entre outras.
O que ainda precisa ser feito para a adequação das Normas?
O processo já está completo. Elas já foram emitidas pelo CFC. Agora somente resta, treinar os Auditores e implementá-las na vida real.
Fonte: Blog do José Adriano
Contador e Empreendedor: uma dupla perfeita
Artigo de Isaac Rincaweski*
O empreendedor de sucesso já descobriu o valor de uma boa parceria na hora de formalizar o seu negócio. Ele sabe que o sucesso de seu projeto depende fundamentalmente da análise de um profissional contábil. Você, profissional contábil, pode comprovar isso facilmente apenas verificando a sua Carteira de clientes. Perceberá que o empreendedor bem-sucedido é aquele que lhe procura com mais frequência e é mais crítico que os demais empresários. É aquele que dá valor a uma análise técnica sobre um novo projeto, pois sabe que não basta ter uma boa ideia, ela tem que ter consistência e ser viável financeiramente. Que para materializar um novo projeto ele necessita de muitas pessoas para ajudá-lo e, dentre elas, um dos mais importantes é o contador.
O contador é a pessoa que faz a leitura das ideias do empreendedor, convertendo-as em números. É ele quem materializa a figura jurídica da empresa que fará com que uma simples ideia vire realidade.
Para o empreendedor, a criação de uma empresa é quase como a geração de um filho. O empreendedor sonha com ela e faz inúmeros planos para o futuro. Cabe então ao contador fazer o acompanhamento desta gestação, o parto, como também o acompanhamento durante toda a sua existência. Durante esse tempo surgem vários imprevistos (doenças) causados pela interação desta empresa com o mercado (meio ambiente), que se não forem tratados adequadamente com doses pontuais de decisões estratégicas (medicamentos) definidas através de indicadores econômicos e financeiros (exames específicos), poderão causar até a Falência (morte) da empresa.
Seguindo esse raciocínio, podemos dizer que o contador ocupa na empresa um papel semelhante ao que o médico representa na vida de uma pessoa. Ou seja, orienta, previne e trata da saúde empresa.
Cabe ao contador, também, fazer o papel de mau, segurando um pouco o ímpeto do empreendedor na sua ânsia de colocar em prática seus novos projetos. Muitas vezes a ideia é muito boa, mas o momento não é adequado. Muitas vezes a ideia é excelente, mas faltam recursos humanos e financeiros. Outras vezes o projeto é inviável mesmo e é dever do contador, de forma sincera e direta, fazer o comunicado do fato, ao sempre otimista, empreendedor.
O contador não é nenhum oráculo que faz previsões futuristas. Ele simplesmente faz sua análise baseado em dados concretos, pois os números não mentem se forem corretamente interpretados, é claro.
Não falo somente de grandes empreendedores, falo de todos aqueles que de alguma forma souberam enxergar uma oportunidade e criaram empresas que podemos chamar, no popular, de “redondas”. São aquelas empresas que têm sustentação financeira, que atravessaram seguidas crises e se transformam diariamente em busca da excelência. Essas empresas existem e são elas que geram a riqueza de uma nação.
Fonte: Blog do José Adriano
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